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Chefe anti-imigração de Trump vai deixar Minneapolis após morte de enfermeiro

O chefe da Patrulha da Fronteira, Gregory Bovino — responsável pelas operações anti-imigração—, e alguns seus agentes, deixarão a cidade de Minneapolis após a morte do enfermeiro Alex Pretti no sábado (24/1), informou a CBS News, parceira da BBC nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (26/1).

A decisão ocorre após uma forte reação negativa sobre como altos funcionários federais, incluindo Bovino e a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, responderam ao tiroteio.

Imediatamente após o tiroteio, Bovino afirmou que parecia que Pretti queria "massacrar os policiais". Seus agentes rapidamente divulgaram uma fotografia da arma de Pretti, insinuando que isso justificava o uso de força letal.

O "czar da fronteira" do governo Trump, Tom Homan, irá à cidade para liderar a repressão à imigração e se reunir com autoridades locais.

Alex Pretti foi morto a tiros durante confronto com agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) em Minneapolis, duas semanas após a morte de outra cidadã americana, também durante uma operação na região.

O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) afirmou que os agentes dispararam em legítima defesa depois que Pretti, que segundo eles estava armado com uma pistola, resistiu às tentativas de desarmá-lo.

A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, chamou Pretti de "terrorista doméstico", e disse que ele compareceu "armado" para "impedir uma operação policial".